A Psicologia Forense ou Psicologia Jurídica,
atua na interlocução entre o Direito e a Psicologia, ampliando as
possibilidades de entendimento do comportamento humano, contextos e motivações
nas violações dos Direitos Humanos. Busca a partir do saber psicológico a
compreensão da personalidade, cultura, história familiar, comportamentos
disfuncionais, contribuindo para o melhor encaminhamento para cada caso.
O psicólogo Forense atua direta ou indiretamente
junto aos sistemas de justiça, incluindo o trabalho institucional e o clínico.
As áreas de atuação variam desde a criminal, a intervenção clínico-forense
junto a crianças, jovens e adultos com direitos violados.
O psicólogo pode atuar com Avaliações e
perícias psicológicas forenses, no contexto cível e penal. As perícias psicológicas produzidas e
apresentadas em sede de inquérito judicial ou de processo cível são cada vez
mais solicitadas e consideradas pelo sistema de justiça.
O perito é o profissional designado para assessorar a Justiça no limite
de suas atribuições e, portanto, deve exercer tal função com isenção em relação
às partes envolvidas e comprometimento ético para emitir posicionamento de sua
competência teórico-técnica, a qual subsidiará a decisão judicial.
O psicólogo pode atuar também como Assistente Técnico de confiança de uma das partes do processo, assessorando e garantindo o direito ao contraditório.
O psicólogo pode atuar também como Assistente Técnico de confiança de uma das partes do processo, assessorando e garantindo o direito ao contraditório.
O
trabalho visa a responsabilidade social, analisando crítica e
historicamente a realidade política, econômica, social e cultural, conforme
disposto no princípio fundamental III, do Código de Ética Profissional.