quarta-feira, 20 de julho de 2016


A Psicologia Forense ou Psicologia Jurídica, atua na interlocução entre o Direito e a Psicologia, ampliando as possibilidades de entendimento do comportamento humano, contextos e motivações nas violações dos Direitos Humanos. Busca a partir do saber psicológico a compreensão da personalidade, cultura, história familiar, comportamentos disfuncionais, contribuindo para o melhor encaminhamento para cada caso.

O psicólogo Forense atua direta ou indiretamente junto aos sistemas de justiça, incluindo o trabalho institucional e o clínico. As áreas de atuação variam desde a criminal, a intervenção clínico-forense junto a crianças, jovens e adultos com direitos violados.

O psicólogo pode atuar com Avaliações e perícias psicológicas forenses, no contexto cível e penal. As perícias psicológicas produzidas e apresentadas em sede de inquérito judicial ou de processo cível são cada vez mais solicitadas e consideradas pelo sistema de justiça.

O  perito é o profissional designado para assessorar a Justiça no limite de suas atribuições e, portanto, deve exercer tal função com isenção em relação às partes envolvidas e comprometimento ético para emitir posicionamento de sua competência teórico-técnica, a qual subsidiará a decisão judicial.

O psicólogo pode atuar também como Assistente Técnico de confiança de uma das partes do processo, assessorando e garantindo o direito ao contraditório.

O trabalho visa a  responsabilidade social, analisando crítica e historicamente a realidade política, econômica, social e cultural, conforme disposto no princípio fundamental III, do Código de Ética Profissional.

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